RETICÊNCIAS

( UPDATE
* Post novo no Diário de Classe… Sobre o tempo. Caros colegas atarefados, passem por lá. :-) )

Sabe quando você quer escrever uma coisa, e não sabe o que é?

Então você começa. E escreve, escreve.

E aí você pensa que é algo ameno, mas não é. E pensa que é algo romântico, mas não é. E pensa que é algo engajado, mas não é. E pensa que é algo poético, mas não é. E também não é algo bem humorado, nem triste. Não é uma historieta erótica ou de suspense. Não é uma lembrança, não é a continuação de algo que você já tenha escrito, não é uma notícia. E não é nada. Mas é tudo ao mesmo tempo. E fica lá, coçando dentro de você, querendo sair. Mas não sai.

E então você pensa que é efeito da semana complicada e intensa que você teve. Algumas semanas não são apenas um conjunto de dias para se viver, um depois do outro, cumprindo a rotina de cada hora como se fosse um roteiro decorado – comer, dormir, conversar, trabalhar, andar, tomar banho, escovar os dentes. Algumas semanas são verdadeiros furacões que passam pra tirar tudo do lugar, arrastando algumas coisas pra longe e trazendo outras tantas. Mas sem deixar nada como estava.

Então você pensa que é interessante como as coisas se dão, tão rápidas em alguns momentos e tão lentas em outros… Mas o ritmo da vida não somos nós que decidimos. Apenas decidimos como e se dançamos com ele. E até pensa em escrever sobre isso. Mas não consegue também.

E aí você vê que a semana, que teve tanta coisa diferente, é tão indefinida quanto o que você sente. Ainda é cedo pra saber o que é bom ou o que é ruim. Mas foram muitos inícios, muitos términos, muitos encontros agradáveis e desagradáveis, muitas emoções diferentes e polarizadas. E então você se toca que não vai dar pra escrever sobre nada mesmo, a não ser sobre essa sensação esquisita de indefinição que ficou.

E aí você escreve e fica em paz. :-)

EXPEDIENTE

* Lendo o post do companheiro Inagaki, e tudo que ele diz lá sobre essa maldita mania que o povo tem de se apropriar de textos carinhosamente escritos pra repassar por email trocando autorias, mutilando pedaços e descaradamente roubando de quem escreveu pra publicar ou repassar como se fosse seu, resolvi usar a dica do site Copyscape pra saber se tinha alguém usando indevidamente textos do meu blog. E não é que tinha? Fora algumas citações sem autoria, que até passa, achei uma garotinha xarope, que não só colou textos daqui lá como se fossem dela ( escrevendo, inclusive, uma historinha pra introduzir o post e justificar quando “ela” escreveu aquilo ) como também colocou lá comentários que as pessoas deixaram aqui como se fossem pra ela.
Pensei em dar o endereço da fulana aqui pra vocês me ajudarem a xingá-la, mas não vou dar Ibope pra uma garota mentirosa e ladra ( não roubou só de mim, como de outras pessoas que eu conheço ). Espero que ela passe aqui pra ler isso e saiba do meu profundo desprezo por pessoas que fazem esse tipo de coisa. A falta de capacidade e de sinceridade é sempre uma tristeza. Tsc.

* Em alguns dias este blog sairá do ar por um tempo, pra voltar com layout novo e um pouco mais de organização. Espero que vocês gostem da arrumação que eu e meu miguinho estamos fazendo. :-)

* E lá vamos nós pro GRANDE CONCURSO DO VISITANTE 25 000. Funciona assim: se você for o visitante 25 000, deixe um recado nos comentários pra eu saber quem é você, e me mande um email pra avisar. Se o 25 000 não se manifestar nos comentários, fica valendo o 25 001, e assim por diante. O vencedor, além de batatas, ganha um encontro com direito a jantar pago ( se morar em Sampa ) e um presente surpresa. Boa sorte!